Dez coisas que aprendi como escritor ( Moacyr S.)
1- Aprendi que escrever é basicamente contar histórias, e que os melhores livros de ficção eram aqueles que tinham uma história para contar.
2- Quando se começa, plagiar não faz mal nenhum. Copiei muitos escritores, Monteiro Lobato, Viriato Correa...ninguém se incomodou com isso.
3- Uma boa ideia pode ocorrer a qualquer momento: comendo, caminhando ou lavando pratos, segundo Agatha Christie.
4- Quando a ideia é boa, nos persegue sem cessar. Se resiste ao sono, é porque merece a atenção.
5- Para anotar idéias, guardanapo ( de papel) de um bar serve, ou talão de cheques. Nada como uma existência provisória para despertar a inspiração literária.
6- Aprendi a rasgar e jogar fora. É preciso ter a coragem de desfazer, se não vai melhorar por si só.
7- Já se ouviu falar de muitos escritores batendo aflitos, a porta de editores. Aprendi a não ter pressa de publicar. É muito raro ver um leitor batendo a porta do escritor!
8- Aprendi que, para um escritor, um livro é como um filho, mas sei diferenciar entre livros e filhos.
9- Aprendi que escrever é um vicio solitário. Existe diferença entre literatura e vida literária.
10- Para um escritor, frio na barriga ou pelos do braço arrepiados são sinal que um bom livro está vindo por aí.
1- Aprendi que escrever é basicamente contar histórias, e que os melhores livros de ficção eram aqueles que tinham uma história para contar.
2- Quando se começa, plagiar não faz mal nenhum. Copiei muitos escritores, Monteiro Lobato, Viriato Correa...ninguém se incomodou com isso.
3- Uma boa ideia pode ocorrer a qualquer momento: comendo, caminhando ou lavando pratos, segundo Agatha Christie.
4- Quando a ideia é boa, nos persegue sem cessar. Se resiste ao sono, é porque merece a atenção.
5- Para anotar idéias, guardanapo ( de papel) de um bar serve, ou talão de cheques. Nada como uma existência provisória para despertar a inspiração literária.
6- Aprendi a rasgar e jogar fora. É preciso ter a coragem de desfazer, se não vai melhorar por si só.
7- Já se ouviu falar de muitos escritores batendo aflitos, a porta de editores. Aprendi a não ter pressa de publicar. É muito raro ver um leitor batendo a porta do escritor!
8- Aprendi que, para um escritor, um livro é como um filho, mas sei diferenciar entre livros e filhos.
9- Aprendi que escrever é um vicio solitário. Existe diferença entre literatura e vida literária.
10- Para um escritor, frio na barriga ou pelos do braço arrepiados são sinal que um bom livro está vindo por aí.
